Sessão Vazia Terapia [Parte Espectral]

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Depressive compilava as combinações possíveis de navegação enquanto a nave verde1jaia rodeava o eletromagnetismo do planeta vênus. Okuka se mantinha atento a todas direções, imóvel ao lado do centro de comando profunde pensadore; tinha a oportunidade instantânea de aprender navegar.
Na celeste frontal da nave; uma película de holon-vidro, no plano de fundo com a constelação de escorpião em 82%; vênus se aparecia como uma deusa romana do amor e da beleza acariciando o planeta; Depressive discursava que essas eram áreas regidas pelo planeta na astrologia terrena em gaia primeira; junto com o satélite prateado, simbolizava a energia feminina.
Okuka teve dúvidas então como seria a leitura venusiana de um jovem yang igual a ele; Depressive respondia que representava a amante ideal; já no mapa de uma yin genuína, vênus descreve a imagem que a mulher faz de si mesma e sua feminilidade.
– Vênus governa os relacionamentos em todos os tipos, mas principalmente os românticos na terra – Disse Depressive continuando a aula voluntária com o planeta na celeste frontal da nave.
– Ok, entendi – Repondeu okuka sem dar muita atenção a questão dos relacionamentos – O que mais posso aprender com nossa passagem por esse planeta?
– Esse planeta também pode te ajudar a reger as artes, e isso parece ser proeminente no seu mapa Okuka, já que você é uma criança muito criativa. O movimento de vênus no seu mapa inspira a tua enorme imaginação, os impulsos criativos e a apreciação das coisas boas da vida – Disse mais Depressive enquanto discursava em diálogo curto – Vênus também tem uma ligação com o enriquecimento e os recursos, podendo causar um impacto positivo em finanças.
– Legal, assim no agora posso entender o motivo que Kolinson quase nunca usa dinheiro quando vai até a terra – Assimilou Okuka alguma informação.
– Continuando no foco – Depressive em postura didática não deixava a criança distrair – Considerado um planeta benéfico pelos astrólogos; vênus focaliza boas vibrações nas áreas que energiza; preenchendo partes da vida com um brilho promissor. Contudo; possui um lado muito indulgente…
– “Indulgente? o que é isso, Depressive? – dúvida de Okuka.
– “Qualidade daquele que tem disposição pra perdoar” – respondeu à dúvida e continuou – Contudo… possui um lado também vaidoso e preguiçoso, de forma que a extravagância pode ser um problema ao se trabalhar com essa energia planetária.
Depressive terminou as coordenadas assim que a nave completou meio ciclo ao redor de vênus, concluiu o entretenimento da criança e se retirou pra aproveitar as paisagens venusianas; que eram incríveis dali; tons de verde e rosa se misturavam nos gases da camada noosférica do planeta, entrando em um clima ameno, acalmando toda ansiedade da inteligencia artificial Profunde Pensadore.
Okuka, sozinho na sala de comando; até pode conciliar os pensamentos das razões de todos tribulantes sumirem da nave, enquanto a verde1jaia estava próxima a vênus. A criança resolveu se distrair indo pra sala de treinamento e pegando um lápis de cor vermelha e desenhando algo novo em um papel em branco.

[Continua…]

Sessão Vazia Terapia [Parte Harmônica]

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Enquanto isso na nave Verde1jaia, no refeitório; Kolinson decifrava verbalmente todos os códigos de navegação, que encontrou enquanto estava hibernado em descaso físico. Agitado e motivado, não poupou nem a criança com tantas informações movimentacionais. Okuka recebia, pelas palavras, aquelas chaves mentais, enquanto degustava outro chá de camomila. Muita energia era recebida. Kolinson nem pestanejava na enorme evolução que a criança sentia, e continuou desenvolvendo verbos inexistentes, aos audíveis, no refeitório verde1jaiano.
– Foi o clâ da verdade sim! – Verbalizando Kolinson – eles me mostraram toda “ciclovontade” dos “invejulóginos” do clâ azul.
Okuka assoprava o chá – fuuuuw fuuuwuwuwww…
– Senti todos aqueles “fotonsliriados jrundos” com meus 3 olhos! acredite!
– Faz muito sentido! – respondia Okuka depois de um góle curto na bebida quente – continue Kolin…
Apoiado a continuar, Kolinson agitava o laríngeo…
– Exatamente assim, os seres “brancolíticos”, liberavam em minha quadridimensional fixa, excesso de plasmas alfas, e ainda, rodeavam meu laríngeo com extrema “energiafoita” yin kali, então, imagine o quanto senti recarregado o meu cardíaco pra transduzir em verbos tudo que ressoava ao meu redor? imagine? – ainda muito agitado, e com a xícara de chá vazia, kolinson evoluía o ambiente com aquelas palavras.
– Imagino! – respondeu com calma Okuka – mas, eu não consegui ainda compreender algumas dessas palavras, estou curioso pra entender. Você quer mais chá?
– Quero! é isso mesmo! Você é uma criança genial! – Sincronizando a respiração ofegante nos segundos, kolinson agitava o ambiente, ainda com as palavras – Estou falando pra voce que os seres “brancolíticos”, ansiavam por novas palavras, eles montavam o cenário perfeito pra eu descarregar palavras chaves. Assim eles absorviam novas formas de navegação multiversada. E eu só percebi que estava sendo absorvido, quando despertei aqui dentro da nave.
– Grualllwlwlwlw – impressionado com a nova informação, Okuka arregala os olhos – Quer dizer que esses seres absorviam tuas palavras novas?
– Sim! é impressionante mesmo! – Respondeu kolinson e encheu a xícara com chá, dessa vez de erva-doce – Por isso, estou refletindo agora, em como é perigoso repetir palavras desconhecidas, ou até mesmo inexistentes, entende?
– Compreendo sim! – Okuka iniciando um incomodo ao lembrar o tanto que recitou palavras até então, sem saber os reais significados e origens – Mas esses seres são legais?
– Então criança, são seres pentadimensionais invisíveis a dois olhos nus, e eles acabam que não avisando que estão absorvendo o que esperam de você. O benéfico é que eles divulgam que são da paz na terceira dimensão – Outro gole no chá, e Kolinson elegantemente silencia, quando percebe um quantum sensorial lumínico saindo da aresta superior sudoeste do refeitório – Silencio! – com o indicador da mão direita cruzou os lábios, avisando a criança.
Paralisado, de costas pra aresta, Okuka entendeu o sinal mudra simples que kolinson informou.
Inevitavelmente, todas aquelas palavras sincronizadas na conversa dos dois, irradiou até o distante desconhecido núcleo cósmico do centro da galáxia algo de novo, e os seres pronunciados na conversa, se aproximaram bem mais da nave verde1jaia, pra saber se tudo aquilo era verdade.
Sabendo ou não, Kolinson terminou o chá, com risos na face, contou piadas sobre o deus brama que sabotou uma sonda no sul do satélite prateado em gaia dois; assobiou um hino olorun benéfico, e depois perguntou pra criança, como foi que ela encontrou a sala do tempo, ali dentro da nave. Desviando assim, toda atenção daquele momento aparentemente tenso, em que seres pentadimensionais observavam tudo que eles faziam.
A criança se animou com tudo; A conversa, a piada hindu e o hino tribal, animou-se muito mais em contar como desvendou o segredo da porta invisível da sala do tempo.

 

[Claro que continua]

Nascimento de Forkan Siliano [Parte Cósmica]

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Olha lá ao longe o tristonho tenebroso destino em Júpiter; todo esverdeado de florescimento com total virilidade. Pois bem, desperto no agora sempre presente, com minha yin preferida; a aparente mulher que abre as portas da inteligencia.

Tive a total percepção cronáutica amarela e pulei, é simplesmente pulei, ( dicas do oráculo matutino dela em estado venusiana) até onde ela se sente confortável e segura; e lógico, pra sonhadoras azuis que nem eu sonhei, essa é a melhor aventura. Uma fase de fases amadurecendo dora dentro do campo da infinita sabedoria.

Tive também uma potencia incrivelmente criadora com o chá  (de ervas brasileiras) pronto na cama; abri meus olhos e o desejum estava ali, disponível e fácilzinho. Degustei quietinho o chá dela e meu foco focalizou voltando a ficar sem neuras, tranquilidade no cenário invadiu… Invadiu mesmo.

Meus desafios se fizeram materiais { PDFs e dígitos como ferramentas de uma psicozóica guerra}

“sentiu também?”- perguntei.

O código 4 tramou toda essa energia camuflada de pseudo semente amarela, só de gratidão do pão na mão, decifrei outro desses códigos bobos. Tudo de novo pra ELA:

  • Ri em sol maior com estrofes finalizadas como mono silabas kan kan kan.

Codificou o amor? {À`AÀÀà amon?}

-também?

Estou enfim, na tua presença cósmica até o depois de todo fim depois.

No nunca o tempo é revertido pela minha mão oculta, e só posso te amar no agora. Aproveita. ME.

Partindo.

Indo e vindo ao infinito de caos.

Só posso saber nossas preferencias análogas tendo a visão da tua águia. Aquela que me persegue. Viu ela?

OK!

Parei de tentar, parei de tentar ser o pior psicótico pra te amarrotar. Vou me cuidar e estar ouvindo atento até cada dor do teu sofrimento em submundo meu. Mas, só depois, e bem depois do nosso prazer completo banhado por gozos. ME percebi olhando a luz universal da cronáutica branca; depois dela colorida; naveguei oculto no céu vermelho novamente_____________________