Nascimento de Forkan Siliano [Parte Cósmica]

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Olha lá ao longe o tristonho tenebroso destino em Júpiter; todo esverdeado de florescimento com total virilidade. Pois bem, desperto no agora sempre presente, com minha yin preferida; a aparente mulher que abre as portas da inteligencia.

Tive a total percepção cronáutica amarela e pulei, é simplesmente pulei, ( dicas do oráculo matutino dela em estado venusiana) até onde ela se sente confortável e segura; e lógico, pra sonhadoras azuis que nem eu sonhei, essa é a melhor aventura. Uma fase de fases amadurecendo dora dentro do campo da infinita sabedoria.

Tive também uma potencia incrivelmente criadora com o chá  (de ervas brasileiras) pronto na cama; abri meus olhos e o desejum estava ali, disponível e fácilzinho. Degustei quietinho o chá dela e meu foco focalizou voltando a ficar sem neuras, tranquilidade no cenário invadiu… Invadiu mesmo.

Meus desafios se fizeram materiais { PDFs e dígitos como ferramentas de uma psicozóica guerra}

“sentiu também?”- perguntei.

O código 4 tramou toda essa energia camuflada de pseudo semente amarela, só de gratidão do pão na mão, decifrei outro desses códigos bobos. Tudo de novo pra ELA:

  • Ri em sol maior com estrofes finalizadas como mono silabas kan kan kan.

Codificou o amor? {À`AÀÀà amon?}

-também?

Estou enfim, na tua presença cósmica até o depois de todo fim depois.

No nunca o tempo é revertido pela minha mão oculta, e só posso te amar no agora. Aproveita. ME.

Partindo.

Indo e vindo ao infinito de caos.

Só posso saber nossas preferencias análogas tendo a visão da tua águia. Aquela que me persegue. Viu ela?

OK!

Parei de tentar, parei de tentar ser o pior psicótico pra te amarrotar. Vou me cuidar e estar ouvindo atento até cada dor do teu sofrimento em submundo meu. Mas, só depois, e bem depois do nosso prazer completo banhado por gozos. ME percebi olhando a luz universal da cronáutica branca; depois dela colorida; naveguei oculto no céu vermelho novamente_____________________

Atrito nos Átrios [Parte SOLar]

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– Anteriormente no terrivelmente areioso desértico marciano não habitável e muito menos explorado, Nojaz fora atualizado bruscamente ao pisar no terreno coberto por sensores maldekianos que chegavam até ali, em marte, pelo satélite prateado elétrico, (o mesmo satélite que supervisionou todo serviço prestado por Nojaz e Helaúnica em solo do Reinado Heleniúnico marciano); O mais incrível desse momento, feito em uma única aplicação, durando segundo siriano, foi o grande acumulado denso plasma com 192.920 Mil unidades de consiencia aplicadas e energizadas de uma só vez em todo espaço-tempo contido no cérebro em Nojaz (1 Baktun mais 6 katuns e meio de consciencias sirianas); todas essas unidades descarregadas de uma só vez! O resultado imediato nele foi uma indução inevitavél a desfalecer em coma. Vazio, silenciado pela escuridão sem físico. Somente algumas lembranças das memórias mais energizadas pelos sonhos se ativavam depois da descarregada brutal, assim ele nem sequer imaginava como reagir, muito menos se mover e vencer aquele momento. Apenas lembranças e o centro da inconsciencia observando.

Vazio. Escuridão. Silencio. Visualizando em lapsos momentaneos,
imagens de neblinas com contornos regulares formando rostos de
parecidas ninfas valkirikas…

Assim tambem, a essencia magnética de Nojaz não existia dentro do próprio corpo, e nos pensamentos, as imagens neblinosas iam se formando tambem e se derivando do centro. Um circulo iluminado perfeito se formou, com parecidas chamas de fogo pulsando, também, próximo ao circulo, um satélite ao norte, auto existindo, chegava em velocidade cada vez mais proximo ao magnétismo primordial umbilical. lógo após a aparente visualização nítida da imagem, apagava-se tudo na mente, voltando ao vazio escuro atemporal. As neblinas se desfaleciam com leveza sintilando pouca luz.

Induzido a um coma. Repetições fora de tempo em cenas parecidas com sonhos.
As vezes vozes esquentavam as memórias também, e como se fosse mensagens telepáticas – “Estáis me ouvindo Nojaz?” – mexiam com o centro de atenção dele.

A causa desse momento, o comando siriano, causador de tudo isso, mesmo que com tanta alta-tecnologia em maõs, até tentou, mas não fez muito rodeio pra não ser tão agressivo com esse processo em Nojaz. Aquela enorme consciencia universal atualizada, não poderia ser descarregada de qualquer forma. E não foi. Mas, foi muito repentina, sem avisou intendível prévio pro mais interessado. Deixando ele ali agora no agora sempre presente, na compania com todas aquelas projeções mentais, criadas em conjunto com seu subconsciente lúcido.

– “Isso, estamos em um sonho lúcido”- ouvia e lembrava na mente e nos sentimentos, algo o chamava – “reação da tua ação é o que falta”

Atrito nos Átrios [Parte CósmiCA]

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{Continuação}

Em outro passeio cíclico, próximo aos portais venusianos, a nave Verde1jaia cada instante se comportava de forma magicamente inteligente, lenta em cada subsegundo cósmico (das preferencias sirianas de navegação) e habilmente sincronizada com cada analfa meditativa em Depressive (cuidando delicadamente de toda viagem).
Enquanto isso, na sala de treinamento da nave, Kolinson definitivamente perdia todo senso de possível organização de arquivos de texto, e a androide impressora estava longe de parar com toda aquela criação de enredos, poemas, códigos, mantras e dígitos soltos. Mesmo assim, em meio a todo aquele caos, ele fez uma pausa naquele tenso tempo; pra degustar elegantemente um chá de ervas brasileiras; se acomodou no único assento de poder multidimensional existente naquela sala; e visualizou as lembranças nos campos verdejantes Órianos ao redor do lago azul celeste central, na modesta província de Inoicsay 3A.
– “Ótimas lembranças” – meditou junto à goles lentos no chá…

Longe da sala, a aproximadamente 120 milhões de medidas terráqueas dali, em solo desértico marciano, desligado e vulnerável, ao vento arenoso, sendo mediado por avisos latinosos de Helaúnica pra levantar, Nojaz estava em profunda perca de sentidos físicos. Quase em um coma, desmaiado, com respiração lentamente preocupante. Nem as lambidas, muito menos os avisos que Hela se preocupou em fazer, foram suficientes pra alertar que uma nave de monitoração siriana estava pousando cambaleante, próximo ao raio de ocupação da presença do corpo inconsciente de Nojaz. Outras lambidas molhadas no rosto e nada dele acordar, agiu também em latir furiosa pra nave. Helaúnica sempre em alerta! (Mas fez pouco resultado).

Era impossível de imaginar, mas Nojaz desmaiou justamente em uma área de estudos, que estava passando por um processo de mapeamento interplanetário do comando siriano de exploração. Que azar burocrático pra Nojaz e Hela.
Impossível também de imaginar, que, a equipe dentro da nave, portava nomes parecidos, e diferenciados por cálculos inteligentes primatas matemáticos. O Primeiro tenente se chamava Chueny “20+1”, o subtenente imediato Chueny “14/2” e o segundo subtenente não tao imediato assim, “Chueny 7:1”. Brincalhões em serviço conversavam sobre a problemática diante de seus olhos.
– Tenente! – Chamou a atenção Chueny 14/2 – Visualizando a ocorrência pelos monitores, observamos dois humanoides de espécies populares, fixados em nossa zona de atuação operacional. Diante disso, então, faço a solicitação de resolução em caráter urgente, pois estamos pousando em uma área ainda não explorada.
– Boa escolha subtenente! – Disse o Chueny 20+1 – Não podemos voltar pra nossa base com fotos poluídas de imagens desses humanoides sórdidos e imundos primitivos. Boa escolha! Agora envie o subordinado pra limpar essa sujeira toda!
O subordinado era o Chueny 7:1, e ouvindo aquele conversa formal e estranha, já sabia o que tinha que fazer e se posicionou na plataforma de saída, montado em uma máquina robótica de aspiração com o triplo do tamanho dele, pensando alto:
“Idiotas, vocês não sabem de nada, isso aqui é que é aventura” – Rindo de toda situação, assim que a plataforma se abriu, Chueny 7:1 desceu, se aproximou do corpo de nojaz e o aspirou; de forma magnética e rápida, sem ter reação alguma, Helaúnica também foi aspirada.
Aos risos, como se fosse uma brincadeira, o Subtenente não tão imediato Chueny 7:1, subiu a plataforma ouvindo os latidos de Helaúnica dentro da máquina, e imediatamente sugeriu algo:

– Tenente! O que vamos fazer com esses humanoides imundos?

{Claro que isso aqui continua… até logo!}

Atrito nos Átrios [Parte LunAR]

1 Comentário

Os ruídos da existência marciana de Nojaz, causava atritos nos átrios da realidade quadridimensional mercuriana plana, em que Kolinson experimentava. Outro tempo paralelo em que a Nave VERDE1JAIA se ocupava. Enquanto Nojaz cavava os túneis dos mistérios contidos no karma galáctico marciano, Kolinson tentava evitar que os PDF’s, oriundos do plexo solar eletrônico da Androide Impressora “Efilpot”, criassem asas e atrapalhassem a navegação majestosa da nave nos campos eletromagnéticos brancos MERCURIANOS. Um amontoado consideravelmente de arquivos já estava preenchendo os espaços no piso da sala de treinamento, e todos os chutes preventivos e socos pouco agressivos já tinham causado um grande efeito nas impressões aparentes da Androide. No tempo em que Kolinson se dedicou pra conversar com ela, muito do contexto dos arquivos já havia mudado. Dando resultados perceptíveis à todas aquelas ações. E, algo nas realidades dos citados nos arquivos, teve pequenas e importantes alterações. Principalmente pra Nojaz desbravando o deserto gélido no norte não habitável em MARTE.

[…]

– “Olá Caminhante” – Sorrido maléfico de uma Kaliana sensual, chama atenção esquerda de Nojaz enquanto atravessa o deserto vermelho. Odores de Lavanda e lírio encantam a ilusão naquele momento.
– O que é isso? Vultos de vulmes inferiores? – Pensou Nojaz caminhando – Uma fantasma?
– “Quer outro Drink cromático?” – Gargalhada falante de um persona Limiano distrai o foco direitoem Nojaz bem depois.
– Outro fantasma? – Nojaz pensa melhor e sente possíveis alucinações -.
– Uwu…wuwu…wuwuw…uwuwuw…uuuwww – Gemidos tenebrosos de alguma androide canina ao vento.
– Héla? Héla? cadê você? – Nojaz perde a total noção de equilíbrio, mas continua caminhando.
– “Aposto que você prefere andar ao norte” – Uma voz vinda do sul chega ao ouvido audível esquerdo de Nojaz.
– Hããn…? hããããããã? – Alucinando Nojaz..
– “Você ….vai fazer mal…. aos marcianos” – Outra voz chega ao audível direito.
– Héla? – …hééélaaaaa?…..lááááá?
– “Socorro! me ajude” – Um gritaço de gritaria vem de front ao terceiro olho, com os ventos gélido ardilosos.
Então, ele diminui a caminhada lentamente, como pode, todo confuso com os feixes tantos mentais; olha pro alto e vê o céu vermelho e sem pensar ainda nas vozes externas da mente, desmaia. Parece como se desligasse a própria atenção de tudo. Depois de alguns ventos arenosos e minutos longos torturantes marcianos, Helaúnica revolta da caçada, com uma espécie de ave campestre desfalecida, presa as mandíbulas com um sangue escuro, e, como se fosse um presente, lealmente alegre, deixa cuidadosamente na frente dele o combustível. Desligado e vulnerável. Assim nojaz estava.
Ligada e vigilante, Helaúnica, depois de chamar inúmeras vezes, inicia a reanimação com carinhosas lambidas no rosto seco do inseparável companheiro.
Sem resultado aparente.

[…]

Por incrível e estranhamente que pareça, o contexto dentro do texto nos arquivos produzidos pela Androide Impressora, narrava os códigos de toda uma história engrenada e cíclica, com fragmentos e poemas sincronizados com a imaginação do desespero da mente super co-criativa em Kolinson. Enquanto ele se distraia com tantos PDF’s, mantras e poemas; fora dali, daquela sala de treinamento, algo de muito real acontecia de fato. E óbvio. Só que pra ele, ainda, na linha do próprio tempo, nada daquilo fazia importantes sentidos. Apenas mais uma atividade de entretenimento, aos leitos, dentro da VERDE1JAIA.

{Continua…}

YIN 89 {Enquanto isso… Nunca será um adeus… Lua Vermelha…}

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“Lebdory Sidamy Seõçulosy” – Identificação na front da Impressora.

Enfim a Androide impressora disse algo; depois de muitas conversas, chutes benéficos e socos corretivos; ao invés de apenas imprimir algo:
“- Vamos comemorar a co-criação nascente da YIN 89. OK?

– OK! – Respondeu telepaticamente Kolinson iniciando a leitura, retirando os PDF’s do chão na sala.

Arquivos em A4 arcaico começam ser desenvolvidos.
30% UMIDADDE RELATIVA DO AR.
LUA VERMELHA SPECTRAL.
LIMI 20.
PÁGINA 6 DE (13*20).

Enquanto isso…

EM MERCÚRIO NOOSFÉRICO, BEM TRANQUILA, A VERDE1JAIA PAIRA…
Tudo se deu no inicio do diálogo entre Mulucy Vermelha lua e Depressive. Ela (a lua) disse pra Kolinson compor com elegância e maestria um mantra poema pra Beatriz.
– Isso!, vamos ler o blog se assista pra inspirar – o som de ocupação entrou na fusão eletromagnética do centro, entre depressive e mercúrio “bem agora”; que novidade boa – Pensou falante Kolinson.

[Outro PDF A4 salta do centro da androide impressora ao piso]
“FLUXA” eletromagnética. Ela me trouxe nesse projeto aqui.

Assim – volubilidade – ataque da androide impressora. Expilindo um pdf. Ele pula ao piso da sala de treinamento, dentro da nave.
“Mulucy lua vermelha purificando,
fluxo de água universal contrariando,
purificação também do espirito quântico “spectralinos”
OH deusa da minha chuva.
Minha família te aceita como protagonista em minha vida.
Sentimentos são nossos sonhos cósmicos entre abelhas.
Sem elas vamos morrer. Você sabe melhor que eu sobre toda a química envolvida.
Emoções me levam a yurubá ogo meialô lorei lariu.
Sensibilidade foi sim a forma do nosso amor. lembro de todos os vinhos e sucos de desejos entre chocolates.
Volubilidade (repetida) em cada feixe de luz lunar compartilhado.
Preferencias marcianas deixadas pra traz.
A intuição abriu portas pra ela sempre voltar a me visitar ou enviar uma mensagem.
Quero dizer também o quanto a Beatriz me comunica e expande minha vida superior. Ela sempre me proporcionou me sentir nascendo em uma nascente nas colinas. Poderia ser até nas ruas a beira do RIO GRANDE.”

É claro que toda água universal que desejo, fica no campo das quadridimensionais que eu vejo” – Disse Kolinson lendo o pdf. – Continuaremos sempre o tom de poemas nessa escrita. lenta e densa. degusti cada digito. ou. continue lendo.

[E mais Outro PDF pula do centro da androide impressora]

“Eu quero dizer pra Beatriz que ela me purificou de tantos lodos alheios. Serei eternamente grato.” Dizer que ELA demonstra que quer ouvir bem mais verdades do que fantasias. Dizer que faltou intendimento nas nossas diferenças. Nossa eterna sintoniza é experiencia de poucos mercurianos. Dizer que só de estar aqui digitando isso, Ela se tornou novamente única.
– “Eu não quero ficar sozinha!” – Ela nunca me disse {pensou enquanto lia denovo Kolinson}.
Dizer que eu arquitetei toda tensão momentanea em que eu demosntrava paixão. Dizer pra ela que: “em minha mente, fui eu que criei um Homem pra você.”
Dizer a ela tudo isso.”

[Outro PDF se joga do centro da androide impressora]

“Eu fiz ele pra entrar na tua realidade.
deslizando nas mãos da tua civilidade.
A historia começa parecida com Ísis.
Sinto tua falta comigo Beatriz “trizis”
As palavras em tua cicatriz.
Asas nas nossas festas noturnas.
Diálogo de verdes vidas.
Pinheiro dourado do lado do olho do gato.
Douradas noites em lua cheia.
Resolvi parar com essa nossa invocação.”

[E novamente mais outro PDF salta do centro da androide impressora.]

“Elementar natureza nascente colinas, nos fazem entrar em outro estágio de vida.
O agora sempre presente nem aceita rótulos objetivos.
Nunca foi um adeus o último carinho.
O que ficou de lembrança preenche a unidade de consciência com o nome de uma lua.
Vermelha spectral purificando a água universal com base no conhecimento.
Desejo que outra frequência vibracional agilize outro desafio.
Escrevo como se o melhor assunto seja descrever as ações DELA,
e explicar como isso altera de forma benéfica meu destino.
Então paremo-nos pra pensar o que ela quer ouvir de especial, marcante e envolvente no futuro bem vindo;
Esse aqui também é o poema pra Beatriz; Já disse que existe nela uma bela cicatriz [com os “z’s” do verbo que nem te falo aqui].
E ao meu lado se inspirava atriz,
Sem medo de ser feliz, mas frequênciada em uma sintonia riquíssima.
Percas de estrutura da linguagem lá de cima.
Mas pra ela eu passei em resumo colocando um anexo no email.
Com o logos infinito que nossa união criou-se.
Assinatura no fim de cada verso pra ela pra sempre lembrar bem mais que o nome.
Depois de qualquer festa o final perfeito foi sempre com você.”

[Esse é um poema editado]

{Continua…}

YIN 67 Curadora Elétricamente Azul

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Em planos de imaginação infinita em Kolinson, a realização da Androide 67… – uma velha impressora ambulante; nomeada por Depressive Profunde Pensadore (Sempre holográfica no núcleo central verde1jaiana) como “Efilpot, em um momento de vislumbre overdose verbal {É; fora uma cena desagradável ouvir depressive assim} – parecia sempre estar relacionado com os primeiros passos solares de Modnick Jackson Borodobosky e inter-relacionado com o futuro marciano modificado por Nojaz.
Então, Kolinson finalmente acalmou, e parou um pouco de realizar tantas ações dos misticos avatares da família solar (Arquétipos transformadores de Modnick), nobremente resolveu pensar e agir rápido, como protagonista do “conhecimento de completar”; já que em outra vida, até isso renunciou. Parar.
Nessa nova oportunidade solar, não ousou planejar muito todas aquelas informações, saindo da androide 67; pois já estava em grandes acúmulos, as intenções dos próprios guias. Isso tudo fora muito triste pra quem ainda lembrava das vidas passadas de Kolinson. Nesse estágio atual, também já tinha abandonado no passado as lembranças triviais, lembrança irrelevantes e distante da missão primordial circundante do destino.
Estava bem claro pra ele, que, deveria ser bem mais responsável e preocupado com o quanto a Androide 67 Impressora, gastava energia altruísta imprimindo, em folhas A4, os pensamentos cavadores de túneis terrenos. Atividade que poucos humanos solares ainda acreditavam ser útil. Kolinson quis conhecer; mesmo assim; e trabalhar com aquelas folhas e entender o motivo que a impressora não materializava em dados e dígitos aquelas informações.
“qual motivo que ela não me envia um PDF no meu holopulsolar?” – pensou kolinson.
Uma folha novamente foi impressa – Imediatamente ao pensamento dele naquele agora sempre presente.
No centro da folha apenas uma palavra. “Sensibilidade” em negrito.
ElE ficou furioso com o desperdício.
Então, com folhas acumuladas, e novas saindo, pensou na ação mobilizadora de editar, converter as “A4 em arquivo digital. PDF pensou novamente.
Um chute da perna esquerda no centro na impressora Humanoide foi o que mobilizou. O chute não foi muito agressivo, mas causou decréscimo na sequencia da impressão.
Outra folha, com uma palavra no rodapé, “Entendimento”… E outra folha depois de alguns tempos nos segundos: “Altruísmo” no cabeçario da folha… E outra folha, novamente com apenas uma palavra no centro “Conhecer, dessa vez em itálico.
Foram 7 folhas no total. Furioso, Kolinson, arquivou tudo em caixas de material reciclável. Pediu ajuda Depressive e conversou com a Impressora por muitas horas digitais. Depois a imprissora expeliu uma folha com formatação inteligente, negrito e itálico, com frases seguidas dessas palavras:
“Você aumenta a tua alegria e amor transcendendo o infinito. Se dedica ao universo universalizando a navegação. Liberta e deixa ir liberando a inteligencia. Se aperfeiçoa produzindo a visão. Atinge teu propósito realizando a intemporalidade. Vive o que acredita modelando o espaço. Pode sintonizar o seu serviço inspirando o livre arbítrio. Organiza a igualdade equilibrando a magia. Se potencializa comandando o coração. A tua forma de ação é medir a água universal. O teu desafio é estabilizar a realização. O teu propósito é atrair a morte. 17:47 03/06/2019, YIN 65, KIN 67  e KIN 87
Kolinson arregaladamente se impressionou com a mensagem da androide 67 humanoide impressora, depois de tanta conversa, pareceu-se que Efilpot fez algo extremamente importante.