Tome outro gole no chá de hibisco, com açúcar e limão, protegendo o respirar dos pulmões – Sugestiva de Kolinson pra degustação cíclica da experiencia que Okuka sentiu, com as conexões da coroa.

– Você precisa dissolver algumas formas de pensamento. “Aproveite nossa volta até a luz primordial da estrela mais próxima” (O Sol, nossa estrela (Velatropa 24)); e repense um pouco sobre o eletromagnetismo vindo de Netuno – disse Kolinson
– WAUUUWAU, que multiverso você me deixou? – duvida de Okuka.
Um ar labrego azulado toma conta do refeitório verde1jaiano, bem, enquanto Kolinson apático aprendia sobre as misturas feitas pela androide maquina de líquidos processados.
– Seu dialogo me distancia cada vez mais – disse denovo Kolinson- parece que você, agora, não precisa muito das minhas palavras.
– Mas a tua presença é especial pra eu aprender navegar essa nave de uma vês por todas- retruca objetiva de okuka. ( Encontrada então outro plano de outro oraculo.)
Terceiro gole no chá de hibisco com limão e o silencio toma conta do ambiente; apenas a processadora de chá, estava ligada.
– É bom você aproveitar esse planeta , nesta celeste – kolinson apontava com o dedo indicador da mão direita pra o núcleo de netuno, e claro que também apontava com o indicador da mão esquerda pra tela holográfica, também na celeste. Com a intenção clara de retomar a memoria da gênese em Okuka.
Enquanto isso Kolinson treinava o mantra “y” com os três olhos bem abertos, pupilas dilatadas, observando a xícara de chá preto de hibisco e limão.
Okuka interagindo com um holograma guia.  – Xarope da vovó Isabel. Confie na natura usando plantas o aviso quântico.

 

 

{Continua sim}