Anexo ao Futuro Circundante Silio 28 Kin 125

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– Leia Okuka – disse telepatico Nojaz.
Anexo ao futuro circundante (verde1jaia em transformação com o eletromagnetismo de Plutão). Silio 28 Kin 125.
Coordenadas para YIN 105 Kin 67.
Kosttich degustação intuitiva em Nojaz criava tranquilidade (na quadridimensional dentro da nave). Assistidas no fractral Buster. Um holográfico parecido com uma folha, e folhas, apareciam no centro de comando da nave.
Isso mesmo okuka. Veja as folhas escritas com digitos em uma tela.
Assistia- se Nojaz em Júpiter. – Telepático ELE ainda…
Enquanto degustava uma fruta vermelha brasileira, no jardim jupiterniano. Enquanto os ajudantes trabalhavam em prol da grande magia saturniana, repetindo. Mesmo estando em solo de júpiter.
Nojaz criava impulsivamente toda uma historia própria, preso em um grande cubo.
– Tubo é melhor? – perguntou Okuka – sabe, vou ler essa folha aqui. Esse é o SILIO 28.
– Lembranças galácticas em nojaz reapareciam. – Depressive pensativa.
Era esse o plano. De volta ao passado plutoniano a nave verde1jaia recriava a observação de uma vida assistida pelo vento, de Nojaz.
Kolinson e okuka, é claro; de´ressive depressive com todos fractais ligados, também assistia as cenas Jupiternianas.
Nojaz no centro da tela. A nave assistindo de novo aquela vida jupiterniana, em um grande cubo de faces centradas com nove dimensões. Na nona dimensão. Nojaz como persona jardineiro microempreendedor dentro de um jardim. Ele estava merecendo ser citado em rodas de conversas marcianas em outro plano.
Tendencia sempre presente; intuição, habilidades… mesmo em solo de um grande cubo jupiterniano.
Em missão telepaticamente centrada na face oeste dele.
Precisava continuar andar em linha reta até o próprio oeste.
Já absorvia muita informação analítica, suficientes para navegar em círculos na via-láctea. Ainda do mais, depois que leu a própria ficha técnica pessoal, Com a administração do Jardim Jupiterniano . CONTABILIZOU, ANTES DE PENSAR SAIR DO JARDIM, TODAS AS INFORMAÇÕES ANCESTRAIS NOVAS.
eNTÃO, RESOLVEU DAR PASSOS EM SENTIDO A SAÍDA VERTICAL.
CAPS LOCK ATIVADO.

Sessão Vazia Terapia [Parte Espectral]

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Depressive compilava as combinações possíveis de navegação enquanto a nave verde1jaia rodeava o eletromagnetismo do planeta vênus. Okuka se mantinha atento a todas direções, imóvel ao lado do centro de comando profunde pensadore; tinha a oportunidade instantânea de aprender navegar.
Na celeste frontal da nave; uma película de holon-vidro, no plano de fundo com a constelação de escorpião em 82%; vênus se aparecia como uma deusa romana do amor e da beleza acariciando o planeta; Depressive discursava que essas eram áreas regidas pelo planeta na astrologia terrena em gaia primeira; junto com o satélite prateado, simbolizava a energia feminina.
Okuka teve dúvidas então como seria a leitura venusiana de um jovem yang igual a ele; Depressive respondia que representava a amante ideal; já no mapa de uma yin genuína, vênus descreve a imagem que a mulher faz de si mesma e sua feminilidade.
– Vênus governa os relacionamentos em todos os tipos, mas principalmente os românticos na terra – Disse Depressive continuando a aula voluntária com o planeta na celeste frontal da nave.
– Ok, entendi – Repondeu okuka sem dar muita atenção a questão dos relacionamentos – O que mais posso aprender com nossa passagem por esse planeta?
– Esse planeta também pode te ajudar a reger as artes, e isso parece ser proeminente no seu mapa Okuka, já que você é uma criança muito criativa. O movimento de vênus no seu mapa inspira a tua enorme imaginação, os impulsos criativos e a apreciação das coisas boas da vida – Disse mais Depressive enquanto discursava em diálogo curto – Vênus também tem uma ligação com o enriquecimento e os recursos, podendo causar um impacto positivo em finanças.
– Legal, assim no agora posso entender o motivo que Kolinson quase nunca usa dinheiro quando vai até a terra – Assimilou Okuka alguma informação.
– Continuando no foco – Depressive em postura didática não deixava a criança distrair – Considerado um planeta benéfico pelos astrólogos; vênus focaliza boas vibrações nas áreas que energiza; preenchendo partes da vida com um brilho promissor. Contudo; possui um lado muito indulgente…
– “Indulgente? o que é isso, Depressive? – dúvida de Okuka.
– “Qualidade daquele que tem disposição pra perdoar” – respondeu à dúvida e continuou – Contudo… possui um lado também vaidoso e preguiçoso, de forma que a extravagância pode ser um problema ao se trabalhar com essa energia planetária.
Depressive terminou as coordenadas assim que a nave completou meio ciclo ao redor de vênus, concluiu o entretenimento da criança e se retirou pra aproveitar as paisagens venusianas; que eram incríveis dali; tons de verde e rosa se misturavam nos gases da camada noosférica do planeta, entrando em um clima ameno, acalmando toda ansiedade da inteligencia artificial Profunde Pensadore.
Okuka, sozinho na sala de comando; até pode conciliar os pensamentos das razões de todos tribulantes sumirem da nave, enquanto a verde1jaia estava próxima a vênus. A criança resolveu se distrair indo pra sala de treinamento e pegando um lápis de cor vermelha e desenhando algo novo em um papel em branco.

[Continua…]

Sessão Vazia Terapia [Parte Harmônica]

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Enquanto isso na nave Verde1jaia, no refeitório; Kolinson decifrava verbalmente todos os códigos de navegação, que encontrou enquanto estava hibernado em descaso físico. Agitado e motivado, não poupou nem a criança com tantas informações movimentacionais. Okuka recebia, pelas palavras, aquelas chaves mentais, enquanto degustava outro chá de camomila. Muita energia era recebida. Kolinson nem pestanejava na enorme evolução que a criança sentia, e continuou desenvolvendo verbos inexistentes, aos audíveis, no refeitório verde1jaiano.
– Foi o clâ da verdade sim! – Verbalizando Kolinson – eles me mostraram toda “ciclovontade” dos “invejulóginos” do clâ azul.
Okuka assoprava o chá – fuuuuw fuuuwuwuwww…
– Senti todos aqueles “fotonsliriados jrundos” com meus 3 olhos! acredite!
– Faz muito sentido! – respondia Okuka depois de um góle curto na bebida quente – continue Kolin…
Apoiado a continuar, Kolinson agitava o laríngeo…
– Exatamente assim, os seres “brancolíticos”, liberavam em minha quadridimensional fixa, excesso de plasmas alfas, e ainda, rodeavam meu laríngeo com extrema “energiafoita” yin kali, então, imagine o quanto senti recarregado o meu cardíaco pra transduzir em verbos tudo que ressoava ao meu redor? imagine? – ainda muito agitado, e com a xícara de chá vazia, kolinson evoluía o ambiente com aquelas palavras.
– Imagino! – respondeu com calma Okuka – mas, eu não consegui ainda compreender algumas dessas palavras, estou curioso pra entender. Você quer mais chá?
– Quero! é isso mesmo! Você é uma criança genial! – Sincronizando a respiração ofegante nos segundos, kolinson agitava o ambiente, ainda com as palavras – Estou falando pra voce que os seres “brancolíticos”, ansiavam por novas palavras, eles montavam o cenário perfeito pra eu descarregar palavras chaves. Assim eles absorviam novas formas de navegação multiversada. E eu só percebi que estava sendo absorvido, quando despertei aqui dentro da nave.
– Grualllwlwlwlw – impressionado com a nova informação, Okuka arregala os olhos – Quer dizer que esses seres absorviam tuas palavras novas?
– Sim! é impressionante mesmo! – Respondeu kolinson e encheu a xícara com chá, dessa vez de erva-doce – Por isso, estou refletindo agora, em como é perigoso repetir palavras desconhecidas, ou até mesmo inexistentes, entende?
– Compreendo sim! – Okuka iniciando um incomodo ao lembrar o tanto que recitou palavras até então, sem saber os reais significados e origens – Mas esses seres são legais?
– Então criança, são seres pentadimensionais invisíveis a dois olhos nus, e eles acabam que não avisando que estão absorvendo o que esperam de você. O benéfico é que eles divulgam que são da paz na terceira dimensão – Outro gole no chá, e Kolinson elegantemente silencia, quando percebe um quantum sensorial lumínico saindo da aresta superior sudoeste do refeitório – Silencio! – com o indicador da mão direita cruzou os lábios, avisando a criança.
Paralisado, de costas pra aresta, Okuka entendeu o sinal mudra simples que kolinson informou.
Inevitavelmente, todas aquelas palavras sincronizadas na conversa dos dois, irradiou até o distante desconhecido núcleo cósmico do centro da galáxia algo de novo, e os seres pronunciados na conversa, se aproximaram bem mais da nave verde1jaia, pra saber se tudo aquilo era verdade.
Sabendo ou não, Kolinson terminou o chá, com risos na face, contou piadas sobre o deus brama que sabotou uma sonda no sul do satélite prateado em gaia dois; assobiou um hino olorun benéfico, e depois perguntou pra criança, como foi que ela encontrou a sala do tempo, ali dentro da nave. Desviando assim, toda atenção daquele momento aparentemente tenso, em que seres pentadimensionais observavam tudo que eles faziam.
A criança se animou com tudo; A conversa, a piada hindu e o hino tribal, animou-se muito mais em contar como desvendou o segredo da porta invisível da sala do tempo.

 

[Claro que continua]

Atrito nos Átrios [Parte Espectral]

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Nojaz despertou no vazio da escuridão. Lapsos de um magnetismo espectral oculto na penumbra acinzentada lúdica, o puxava de uma forma inenarrável. E claro ele não entendia com precisão nada daquilo. As ultimas memórias lúcidas realmente foram de um cão branco latindo ao ouvido.
Pode então, de alguma forma pensar que a sobrevivência ali seria apenas uma ilusão. Escuridão. Mas, não pensou apenas isso.
Iniciou-se naturalmente nele, varias memórias serem reativadas. Como frases soltas e pensamentos livres, seguiam em desordem…
Lembrou de Helaúnica; de uma coleira/colar feito de uma material aveludado de cor avermelhada, com costuras feitas em linhas douradas, de temperaturas agradáveis, de pipocas…
Lembrou também da imagem de uma arvore fixa, no centro de um jardim colorido, frutos doces, folhas secas no chão, incontáveis folhas verdes nos galhos, ventos de diversas intensidades dançando os galhos, verão cósmicos solar incandescendo  e sombra fresca na raiz da arvore.
Uma sensação que o agora sempre presente estava se modificando em seus olhos… Lembrou e percebeu…
Lembrou de circuitos robóticos estudados em Órion alfa…
Lembrou de sentimentos auto existentes magnéticos iniciados na infância…
Lembrou de buscar durante muito tempo os corpos físicos Yins delas… lembrou delas… as 13 luas…
Lembrou de Ijuangui no clã do céu azul em Sirius beta…
Também lembrou do calor e o suor do corpo enquanto estava no arenoso deserto marciano… Lembrou do karma que adquiriu em marte.
Uma sensação de terror antecedeu um apagão das lembranças depois de ter lembrado o clima social e psicológico contido e criado no ciberespaço de Gaia (Terra), a pseudonoosfera terrorista que sobrou depois da abertura da via intergalática na via láctea.

Ele Lembrou disso e muito mais, depois apagou…

Novamente voltou, só que dessa vez sentiu que estava com uma solar-galáctica metaconsciência da própria escuridão e como em um sonho lúcido desfragmentado, Nojaz pensava e simulava palavras em uma experiencia nova existencial ficcional…
– Me sinto planetário no fluxo do karma galáctico. Minhas mãos lunares ocultas realizam na terra as ações de júpiter florescendo, o espirito apenas navegando e do outro lado, o karma Solar na torre dos asteróisdes maldekianos observando Helaúnica em pé caminhando livremente nos campos desérticos.
Nojaz leu imagens das situações no sonho e logo lembrou sobre as catástrofes e a grande ruína universal. Lembrou do experimento letal…

[- Inspirador! – Primeiro pensamento do mindinho esquerdo se ativou no corpo de Nojaz.]

[Distante daqueles sonhos. Imediatamente a verde1jaia sincronizada com tudo; iniciou-se ser atraída ao satélite auto existente artificial, nos enormes redores jupiternianos. Depressive Profunde Pensadore criou uma nota metal pras análises e estudos de Kolinson, com o titulo de “Portal com o passado vencedor spectral 18”]

 

[Continua]