Olha lá ao longe o tristonho tenebroso destino em Júpiter; todo esverdeado de florescimento com total virilidade. Pois bem, desperto no agora sempre presente, com minha yin preferida; a aparente mulher que abre as portas da inteligencia.

Tive a total percepção cronáutica amarela e pulei, é simplesmente pulei, ( dicas do oráculo matutino dela em estado venusiana) até onde ela se sente confortável e segura; e lógico, pra sonhadoras azuis que nem eu sonhei, essa é a melhor aventura. Uma fase de fases amadurecendo dora dentro do campo da infinita sabedoria.

Tive também uma potencia incrivelmente criadora com o chá  (de ervas brasileiras) pronto na cama; abri meus olhos e o desejum estava ali, disponível e fácilzinho. Degustei quietinho o chá dela e meu foco focalizou voltando a ficar sem neuras, tranquilidade no cenário invadiu… Invadiu mesmo.

Meus desafios se fizeram materiais { PDFs e dígitos como ferramentas de uma psicozóica guerra}

“sentiu também?”- perguntei.

O código 4 tramou toda essa energia camuflada de pseudo semente amarela, só de gratidão do pão na mão, decifrei outro desses códigos bobos. Tudo de novo pra ELA:

  • Ri em sol maior com estrofes finalizadas como mono silabas kan kan kan.

Codificou o amor? {À`AÀÀà amon?}

-também?

Estou enfim, na tua presença cósmica até o depois de todo fim depois.

No nunca o tempo é revertido pela minha mão oculta, e só posso te amar no agora. Aproveita. ME.

Partindo.

Indo e vindo ao infinito de caos.

Só posso saber nossas preferencias análogas tendo a visão da tua águia. Aquela que me persegue. Viu ela?

OK!

Parei de tentar, parei de tentar ser o pior psicótico pra te amarrotar. Vou me cuidar e estar ouvindo atento até cada dor do teu sofrimento em submundo meu. Mas, só depois, e bem depois do nosso prazer completo banhado por gozos. ME percebi olhando a luz universal da cronáutica branca; depois dela colorida; naveguei oculto no céu vermelho novamente_____________________