28 Anexo ao Livro Silio Yin 209

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O tempo passado em reprise, em zoom de detalhes na front esquerda de Kolinson, estimulou e muito a front direita; exatamente esta front, observava todo o comportamento condicionado repetido da criança em busca da melhor navegação da nave verde1jaia. Andando nos corredores limitados na maioria do tempo cíclico com repentinas presenças no núcleo central de comando; em pulos energéticos, Imixy Okuka se aproximava de Kolinson sorrindo e dizendo que teve lapsos de uma “grande ideia”, e que tinha certeza pra onde deveria coordenar a nave. Se posicionava no núcleo e com a ponta dos dedos desenhava linhas e setas adjacentes no painel holográfico.
– Esperem! – dizia sorrindo Okuka -, ainda não terminei!
Toda essa movimentação infantil causava arrepios sinérgicos no modo automático de Depressive, isso tudo enquanto decodificava todos aqueles rabiscos holísticos involuntários em que a criança brincava.
– Por favor kolin, já terminou com tuas experiencias? – mensagem  telepática com tons tristes de Depressive – preciso processar todos esses dados em algum momento.
– Ouviu Depressive?! Ele ainda não terminou! – Distraído com os desenhos de Okuka, kolinson teve um pequeno clarão temporal – Muito menos eu! Espere um pouco mais por favor.
Depressive esperou.
Kolinson precipitado, não esperou Okuka terminar, saiu da sala correndo, ignorando todas as telas e fractais do comando da nave. Apenas pensando que deveria manter o hábito de não deixar o tempo o enganar e anotar o mais rápido possível todas interpretações, do que pensou, no manuscrito diário, e isso em caráter de extrema urgente, antes da nave sair daquele espaço temporal em que estava.
Rapidamente chegou na sala de treinamento, foi direto a mesa de estudos, abriu a gaveta “Coisas pra fazer” (apelidada por Nojaz)  onde a caneta e o diário estavam.
A breve anotação no diário ficou assim:
“Medida do tempo fractal solar Yin 209.
Na celeste da nave um Aquário holográfico jorrando mercúrio.
A mais nova assimilação de comportamento inerte dentro da nave, fora a observação das escolhas espontâneas sem sentido, feitas por Imixy Okuka. Escolhas essas muito similares as escolhas de todos que entraram nesse ambiente.
Deixando assim uma possível compreensão que a nave Verde1jaia se comporta como um organismo vivo, modificando todas as ações individuais daqueles que tentam coordenar a navegação.
Um possível teste a fazer, seria a não-coordenação.
É NECESSÁRIO UM TEMPO PARA FORMALIZAR ESSE TESTE.”

No mesmo instante em que Kolinson terminou a anotação no diário, um alerta de perigo eminente dentro da nave se acionou, a Inteligencia Artificial remota (Depressive) se assustou de modo friu. Okuka parou de desenhar livremente e se viu no centro das 28 telas holográficas, ao núcleo da nave, circularem perfeitamente e sincronizadas com sinais luminosos vermelhos e sonoros pulsantes azuis. Riu muito pra não se assustar também, se sentiu responsável pelo infeliz alerta e rapidamente pediu auxilio e ajuda.
– o que eu fiz de errado dessa vez? – perguntou em voz alta Okuka.

{Sim, continua}

17 Anexo ao livro Gamma Yin 142

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Distantes da regência do tempo, quase, ou seja, distante 2,9 Bilhões de Quilômetros terrenos do Sol; da estrela (Velotropa 24), Nessa via-láctea. Imixy Okuka se encontrava sozinho, andando em círculos nos corredores da nave. E participando da sincronicidade dos estudos de Kolinson
A presença de inquietação nas análises inquestionáveis em que Kolinson se aprofundava, deixava-o muito mais questionador do que a criança. Pronto à isso, ficou observando por onde Okuka escolhia os ambientes. ELE aconselhou que a criança deveria preferir ficar sempre também questionador, e na sala de comando, muitas questões sugeridas magnetizavam aquele ambiente.
– Okuka!, pensou melhor em ficar mais tempo próximo ao núcleo verde1jaiano? – Aconselhou novamente à criança, e, esperou que Okuka respondesse, e já, com outras questões na mente adiantou outra dúvida sugestiva – Você já conversou com Urânia hoje?
A criança poupou palavras e fez um sinal mudra, com os indicadores das duas mãos elevados e conectados. O sinal respondia que sim. Sorriu e foi em busca de algo pra beber ou comer, no refeitório.
Kolinson se potencializava com toda realização espontânea com Imixy. Enquanto isso os painéis e hologramas interativos na sala de comando, realizavam os desejos navegadores de Depressive. Novamente absorvendo todo poder que saia do núcleo de Urano. O arquétipo Urânia se mostrava na celeste da nave, junto à também uma Sagitária. Kolinson anotou no diário o momento presente e interagiu com a inteligencia artificial da nave.
– Olá Depressive, você também gosta de se comunicar por sinais? – anotações nas dúvidas mentais de Kolinson se auto materializavam, imediatamente a escrita no bloco de notas mental.
Na mesma tela em que a anotação foi visualizada, Depressive respondeu:
Claro que sim Kolin! – Livre Depressive – E sintou que você gosta de fazer perguntas essencialmente óbvias.
Olhando para a tela holográfica, Kolinson reagiu levantando a sobrancelha esquerda, depois que ouviu a resposta de Depressive.
– Óbvio, e eu sinto que você também não quer conversar. – mais palavras soltas ao vento dentro da nave.
Uma tela auxiliar se aproxima da front esquerda de Kolinson, com o passado primordial em reprise.

 

{continuaremos sempre}

Anexo ao passado primordial [Parte Espectral]

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Tome outro gole no chá de hibisco, com açúcar e limão, protegendo o respirar dos pulmões – Sugestiva de Kolinson pra degustação cíclica da experiencia que Okuka sentiu, com as conexões da coroa.

– Você precisa dissolver algumas formas de pensamento. “Aproveite nossa volta até a luz primordial da estrela mais próxima” (O Sol, nossa estrela (Velatropa 24)); e repense um pouco sobre o eletromagnetismo vindo de Netuno – disse Kolinson
– WAUUUWAU, que multiverso você me deixou? – duvida de Okuka.
Um ar labrego azulado toma conta do refeitório verde1jaiano, bem, enquanto Kolinson apático aprendia sobre as misturas feitas pela androide maquina de líquidos processados.
– Seu dialogo me distancia cada vez mais – disse denovo Kolinson- parece que você, agora, não precisa muito das minhas palavras.
– Mas a tua presença é especial pra eu aprender navegar essa nave de uma vês por todas- retruca objetiva de okuka. ( Encontrada então outro plano de outro oraculo.)
Terceiro gole no chá de hibisco com limão e o silencio toma conta do ambiente; apenas a processadora de chá, estava ligada.
– É bom você aproveitar esse planeta , nesta celeste – kolinson apontava com o dedo indicador da mão direita pra o núcleo de netuno, e claro que também apontava com o indicador da mão esquerda pra tela holográfica, também na celeste. Com a intenção clara de retomar a memoria da gênese em Okuka.
Enquanto isso Kolinson treinava o mantra “y” com os três olhos bem abertos, pupilas dilatadas, observando a xícara de chá preto de hibisco e limão.
Okuka interagindo com um holograma guia.  – Xarope da vovó Isabel. Confie na natura usando plantas o aviso quântico.

 

 

{Continua sim}

Anexo ao Futuro Circundante Silio 28 Kin 125

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– Leia Okuka – disse telepatico Nojaz.
Anexo ao futuro circundante (verde1jaia em transformação com o eletromagnetismo de Plutão). Silio 28 Kin 125.
Coordenadas para YIN 105 Kin 67.
Kosttich degustação intuitiva em Nojaz criava tranquilidade (na quadridimensional dentro da nave). Assistidas no fractral Buster. Um holográfico parecido com uma folha, e folhas, apareciam no centro de comando da nave.
Isso mesmo okuka. Veja as folhas escritas com digitos em uma tela.
Assistia- se Nojaz em Júpiter. – Telepático ELE ainda…
Enquanto degustava uma fruta vermelha brasileira, no jardim jupiterniano. Enquanto os ajudantes trabalhavam em prol da grande magia saturniana, repetindo. Mesmo estando em solo de júpiter.
Nojaz criava impulsivamente toda uma historia própria, preso em um grande cubo.
– Tubo é melhor? – perguntou Okuka – sabe, vou ler essa folha aqui. Esse é o SILIO 28.
– Lembranças galácticas em nojaz reapareciam. – Depressive pensativa.
Era esse o plano. De volta ao passado plutoniano a nave verde1jaia recriava a observação de uma vida assistida pelo vento, de Nojaz.
Kolinson e okuka, é claro; de´ressive depressive com todos fractais ligados, também assistia as cenas Jupiternianas.
Nojaz no centro da tela. A nave assistindo de novo aquela vida jupiterniana, em um grande cubo de faces centradas com nove dimensões. Na nona dimensão. Nojaz como persona jardineiro microempreendedor dentro de um jardim. Ele estava merecendo ser citado em rodas de conversas marcianas em outro plano.
Tendencia sempre presente; intuição, habilidades… mesmo em solo de um grande cubo jupiterniano.
Em missão telepaticamente centrada na face oeste dele.
Precisava continuar andar em linha reta até o próprio oeste.
Já absorvia muita informação analítica, suficientes para navegar em círculos na via-láctea. Ainda do mais, depois que leu a própria ficha técnica pessoal, Com a administração do Jardim Jupiterniano . CONTABILIZOU, ANTES DE PENSAR SAIR DO JARDIM, TODAS AS INFORMAÇÕES ANCESTRAIS NOVAS.
eNTÃO, RESOLVEU DAR PASSOS EM SENTIDO A SAÍDA VERTICAL.
CAPS LOCK ATIVADO.

Sessão Vazia Terapia [Parte Espectral]

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Depressive compilava as combinações possíveis de navegação enquanto a nave verde1jaia rodeava o eletromagnetismo do planeta vênus. Okuka se mantinha atento a todas direções, imóvel ao lado do centro de comando profunde pensadore; tinha a oportunidade instantânea de aprender navegar.
Na celeste frontal da nave; uma película de holon-vidro, no plano de fundo com a constelação de escorpião em 82%; vênus se aparecia como uma deusa romana do amor e da beleza acariciando o planeta; Depressive discursava que essas eram áreas regidas pelo planeta na astrologia terrena em gaia primeira; junto com o satélite prateado, simbolizava a energia feminina.
Okuka teve dúvidas então como seria a leitura venusiana de um jovem yang igual a ele; Depressive respondia que representava a amante ideal; já no mapa de uma yin genuína, vênus descreve a imagem que a mulher faz de si mesma e sua feminilidade.
– Vênus governa os relacionamentos em todos os tipos, mas principalmente os românticos na terra – Disse Depressive continuando a aula voluntária com o planeta na celeste frontal da nave.
– Ok, entendi – Repondeu okuka sem dar muita atenção a questão dos relacionamentos – O que mais posso aprender com nossa passagem por esse planeta?
– Esse planeta também pode te ajudar a reger as artes, e isso parece ser proeminente no seu mapa Okuka, já que você é uma criança muito criativa. O movimento de vênus no seu mapa inspira a tua enorme imaginação, os impulsos criativos e a apreciação das coisas boas da vida – Disse mais Depressive enquanto discursava em diálogo curto – Vênus também tem uma ligação com o enriquecimento e os recursos, podendo causar um impacto positivo em finanças.
– Legal, assim no agora posso entender o motivo que Kolinson quase nunca usa dinheiro quando vai até a terra – Assimilou Okuka alguma informação.
– Continuando no foco – Depressive em postura didática não deixava a criança distrair – Considerado um planeta benéfico pelos astrólogos; vênus focaliza boas vibrações nas áreas que energiza; preenchendo partes da vida com um brilho promissor. Contudo; possui um lado muito indulgente…
– “Indulgente? o que é isso, Depressive? – dúvida de Okuka.
– “Qualidade daquele que tem disposição pra perdoar” – respondeu à dúvida e continuou – Contudo… possui um lado também vaidoso e preguiçoso, de forma que a extravagância pode ser um problema ao se trabalhar com essa energia planetária.
Depressive terminou as coordenadas assim que a nave completou meio ciclo ao redor de vênus, concluiu o entretenimento da criança e se retirou pra aproveitar as paisagens venusianas; que eram incríveis dali; tons de verde e rosa se misturavam nos gases da camada noosférica do planeta, entrando em um clima ameno, acalmando toda ansiedade da inteligencia artificial Profunde Pensadore.
Okuka, sozinho na sala de comando; até pode conciliar os pensamentos das razões de todos tribulantes sumirem da nave, enquanto a verde1jaia estava próxima a vênus. A criança resolveu se distrair indo pra sala de treinamento e pegando um lápis de cor vermelha e desenhando algo novo em um papel em branco.

[Continua…]

Sessão Vazia Terapia [Parte Harmônica]

1 Comentário

Enquanto isso na nave Verde1jaia, no refeitório; Kolinson decifrava verbalmente todos os códigos de navegação, que encontrou enquanto estava hibernado em descaso físico. Agitado e motivado, não poupou nem a criança com tantas informações movimentacionais. Okuka recebia, pelas palavras, aquelas chaves mentais, enquanto degustava outro chá de camomila. Muita energia era recebida. Kolinson nem pestanejava na enorme evolução que a criança sentia, e continuou desenvolvendo verbos inexistentes, aos audíveis, no refeitório verde1jaiano.
– Foi o clâ da verdade sim! – Verbalizando Kolinson – eles me mostraram toda “ciclovontade” dos “invejulóginos” do clâ azul.
Okuka assoprava o chá – fuuuuw fuuuwuwuwww…
– Senti todos aqueles “fotonsliriados jrundos” com meus 3 olhos! acredite!
– Faz muito sentido! – respondia Okuka depois de um góle curto na bebida quente – continue Kolin…
Apoiado a continuar, Kolinson agitava o laríngeo…
– Exatamente assim, os seres “brancolíticos”, liberavam em minha quadridimensional fixa, excesso de plasmas alfas, e ainda, rodeavam meu laríngeo com extrema “energiafoita” yin kali, então, imagine o quanto senti recarregado o meu cardíaco pra transduzir em verbos tudo que ressoava ao meu redor? imagine? – ainda muito agitado, e com a xícara de chá vazia, kolinson evoluía o ambiente com aquelas palavras.
– Imagino! – respondeu com calma Okuka – mas, eu não consegui ainda compreender algumas dessas palavras, estou curioso pra entender. Você quer mais chá?
– Quero! é isso mesmo! Você é uma criança genial! – Sincronizando a respiração ofegante nos segundos, kolinson agitava o ambiente, ainda com as palavras – Estou falando pra voce que os seres “brancolíticos”, ansiavam por novas palavras, eles montavam o cenário perfeito pra eu descarregar palavras chaves. Assim eles absorviam novas formas de navegação multiversada. E eu só percebi que estava sendo absorvido, quando despertei aqui dentro da nave.
– Grualllwlwlwlw – impressionado com a nova informação, Okuka arregala os olhos – Quer dizer que esses seres absorviam tuas palavras novas?
– Sim! é impressionante mesmo! – Respondeu kolinson e encheu a xícara com chá, dessa vez de erva-doce – Por isso, estou refletindo agora, em como é perigoso repetir palavras desconhecidas, ou até mesmo inexistentes, entende?
– Compreendo sim! – Okuka iniciando um incomodo ao lembrar o tanto que recitou palavras até então, sem saber os reais significados e origens – Mas esses seres são legais?
– Então criança, são seres pentadimensionais invisíveis a dois olhos nus, e eles acabam que não avisando que estão absorvendo o que esperam de você. O benéfico é que eles divulgam que são da paz na terceira dimensão – Outro gole no chá, e Kolinson elegantemente silencia, quando percebe um quantum sensorial lumínico saindo da aresta superior sudoeste do refeitório – Silencio! – com o indicador da mão direita cruzou os lábios, avisando a criança.
Paralisado, de costas pra aresta, Okuka entendeu o sinal mudra simples que kolinson informou.
Inevitavelmente, todas aquelas palavras sincronizadas na conversa dos dois, irradiou até o distante desconhecido núcleo cósmico do centro da galáxia algo de novo, e os seres pronunciados na conversa, se aproximaram bem mais da nave verde1jaia, pra saber se tudo aquilo era verdade.
Sabendo ou não, Kolinson terminou o chá, com risos na face, contou piadas sobre o deus brama que sabotou uma sonda no sul do satélite prateado em gaia dois; assobiou um hino olorun benéfico, e depois perguntou pra criança, como foi que ela encontrou a sala do tempo, ali dentro da nave. Desviando assim, toda atenção daquele momento aparentemente tenso, em que seres pentadimensionais observavam tudo que eles faziam.
A criança se animou com tudo; A conversa, a piada hindu e o hino tribal, animou-se muito mais em contar como desvendou o segredo da porta invisível da sala do tempo.

 

[Claro que continua]

Atrito nos Átrios [Parte Espectral]

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Nojaz despertou no vazio da escuridão. Lapsos de um magnetismo espectral oculto na penumbra acinzentada lúdica, o puxava de uma forma inenarrável. E claro ele não entendia com precisão nada daquilo. As ultimas memórias lúcidas realmente foram de um cão branco latindo ao ouvido.
Pode então, de alguma forma pensar que a sobrevivência ali seria apenas uma ilusão. Escuridão. Mas, não pensou apenas isso.
Iniciou-se naturalmente nele, varias memórias serem reativadas. Como frases soltas e pensamentos livres, seguiam em desordem…
Lembrou de Helaúnica; de uma coleira/colar feito de uma material aveludado de cor avermelhada, com costuras feitas em linhas douradas, de temperaturas agradáveis, de pipocas…
Lembrou também da imagem de uma arvore fixa, no centro de um jardim colorido, frutos doces, folhas secas no chão, incontáveis folhas verdes nos galhos, ventos de diversas intensidades dançando os galhos, verão cósmicos solar incandescendo  e sombra fresca na raiz da arvore.
Uma sensação que o agora sempre presente estava se modificando em seus olhos… Lembrou e percebeu…
Lembrou de circuitos robóticos estudados em Órion alfa…
Lembrou de sentimentos auto existentes magnéticos iniciados na infância…
Lembrou de buscar durante muito tempo os corpos físicos Yins delas… lembrou delas… as 13 luas…
Lembrou de Ijuangui no clã do céu azul em Sirius beta…
Também lembrou do calor e o suor do corpo enquanto estava no arenoso deserto marciano… Lembrou do karma que adquiriu em marte.
Uma sensação de terror antecedeu um apagão das lembranças depois de ter lembrado o clima social e psicológico contido e criado no ciberespaço de Gaia (Terra), a pseudonoosfera terrorista que sobrou depois da abertura da via intergalática na via láctea.

Ele Lembrou disso e muito mais, depois apagou…

Novamente voltou, só que dessa vez sentiu que estava com uma solar-galáctica metaconsciência da própria escuridão e como em um sonho lúcido desfragmentado, Nojaz pensava e simulava palavras em uma experiencia nova existencial ficcional…
– Me sinto planetário no fluxo do karma galáctico. Minhas mãos lunares ocultas realizam na terra as ações de júpiter florescendo, o espirito apenas navegando e do outro lado, o karma Solar na torre dos asteróisdes maldekianos observando Helaúnica em pé caminhando livremente nos campos desérticos.
Nojaz leu imagens das situações no sonho e logo lembrou sobre as catástrofes e a grande ruína universal. Lembrou do experimento letal…

[- Inspirador! – Primeiro pensamento do mindinho esquerdo se ativou no corpo de Nojaz.]

[Distante daqueles sonhos. Imediatamente a verde1jaia sincronizada com tudo; iniciou-se ser atraída ao satélite auto existente artificial, nos enormes redores jupiternianos. Depressive Profunde Pensadore criou uma nota metal pras análises e estudos de Kolinson, com o titulo de “Portal com o passado vencedor spectral 18”]

 

[Continua]

Nascimento de Forkan Siliano [Parte Cósmica]

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Olha lá ao longe o tristonho tenebroso destino em Júpiter; todo esverdeado de florescimento com total virilidade. Pois bem, desperto no agora sempre presente, com minha yin preferida; a aparente mulher que abre as portas da inteligencia.

Tive a total percepção cronáutica amarela e pulei, é simplesmente pulei, ( dicas do oráculo matutino dela em estado venusiana) até onde ela se sente confortável e segura; e lógico, pra sonhadoras azuis que nem eu sonhei, essa é a melhor aventura. Uma fase de fases amadurecendo dora dentro do campo da infinita sabedoria.

Tive também uma potencia incrivelmente criadora com o chá  (de ervas brasileiras) pronto na cama; abri meus olhos e o desejum estava ali, disponível e fácilzinho. Degustei quietinho o chá dela e meu foco focalizou voltando a ficar sem neuras, tranquilidade no cenário invadiu… Invadiu mesmo.

Meus desafios se fizeram materiais { PDFs e dígitos como ferramentas de uma psicozóica guerra}

“sentiu também?”- perguntei.

O código 4 tramou toda essa energia camuflada de pseudo semente amarela, só de gratidão do pão na mão, decifrei outro desses códigos bobos. Tudo de novo pra ELA:

  • Ri em sol maior com estrofes finalizadas como mono silabas kan kan kan.

Codificou o amor? {À`AÀÀà amon?}

-também?

Estou enfim, na tua presença cósmica até o depois de todo fim depois.

No nunca o tempo é revertido pela minha mão oculta, e só posso te amar no agora. Aproveita. ME.

Partindo.

Indo e vindo ao infinito de caos.

Só posso saber nossas preferencias análogas tendo a visão da tua águia. Aquela que me persegue. Viu ela?

OK!

Parei de tentar, parei de tentar ser o pior psicótico pra te amarrotar. Vou me cuidar e estar ouvindo atento até cada dor do teu sofrimento em submundo meu. Mas, só depois, e bem depois do nosso prazer completo banhado por gozos. ME percebi olhando a luz universal da cronáutica branca; depois dela colorida; naveguei oculto no céu vermelho novamente_____________________

Atrito nos Átrios [Parte SOLar]

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– Anteriormente no terrivelmente areioso desértico marciano não habitável e muito menos explorado, Nojaz fora atualizado bruscamente ao pisar no terreno coberto por sensores maldekianos que chegavam até ali, em marte, pelo satélite prateado elétrico, (o mesmo satélite que supervisionou todo serviço prestado por Nojaz e Helaúnica em solo do Reinado Heleniúnico marciano); O mais incrível desse momento, feito em uma única aplicação, durando segundo siriano, foi o grande acumulado denso plasma com 192.920 Mil unidades de consiencia aplicadas e energizadas de uma só vez em todo espaço-tempo contido no cérebro em Nojaz (1 Baktun mais 6 katuns e meio de consciencias sirianas); todas essas unidades descarregadas de uma só vez! O resultado imediato nele foi uma indução inevitavél a desfalecer em coma. Vazio, silenciado pela escuridão sem físico. Somente algumas lembranças das memórias mais energizadas pelos sonhos se ativavam depois da descarregada brutal, assim ele nem sequer imaginava como reagir, muito menos se mover e vencer aquele momento. Apenas lembranças e o centro da inconsciencia observando.

Vazio. Escuridão. Silencio. Visualizando em lapsos momentaneos,
imagens de neblinas com contornos regulares formando rostos de
parecidas ninfas valkirikas…

Assim tambem, a essencia magnética de Nojaz não existia dentro do próprio corpo, e nos pensamentos, as imagens neblinosas iam se formando tambem e se derivando do centro. Um circulo iluminado perfeito se formou, com parecidas chamas de fogo pulsando, também, próximo ao circulo, um satélite ao norte, auto existindo, chegava em velocidade cada vez mais proximo ao magnétismo primordial umbilical. lógo após a aparente visualização nítida da imagem, apagava-se tudo na mente, voltando ao vazio escuro atemporal. As neblinas se desfaleciam com leveza sintilando pouca luz.

Induzido a um coma. Repetições fora de tempo em cenas parecidas com sonhos.
As vezes vozes esquentavam as memórias também, e como se fosse mensagens telepáticas – “Estáis me ouvindo Nojaz?” – mexiam com o centro de atenção dele.

A causa desse momento, o comando siriano, causador de tudo isso, mesmo que com tanta alta-tecnologia em maõs, até tentou, mas não fez muito rodeio pra não ser tão agressivo com esse processo em Nojaz. Aquela enorme consciencia universal atualizada, não poderia ser descarregada de qualquer forma. E não foi. Mas, foi muito repentina, sem avisou intendível prévio pro mais interessado. Deixando ele ali agora no agora sempre presente, na compania com todas aquelas projeções mentais, criadas em conjunto com seu subconsciente lúcido.

– “Isso, estamos em um sonho lúcido”- ouvia e lembrava na mente e nos sentimentos, algo o chamava – “reação da tua ação é o que falta”

Atrito nos Átrios [Parte CósmiCA]

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{Continuação}

Em outro passeio cíclico, próximo aos portais venusianos, a nave Verde1jaia cada instante se comportava de forma magicamente inteligente, lenta em cada subsegundo cósmico (das preferencias sirianas de navegação) e habilmente sincronizada com cada analfa meditativa em Depressive (cuidando delicadamente de toda viagem).
Enquanto isso, na sala de treinamento da nave, Kolinson definitivamente perdia todo senso de possível organização de arquivos de texto, e a androide impressora estava longe de parar com toda aquela criação de enredos, poemas, códigos, mantras e dígitos soltos. Mesmo assim, em meio a todo aquele caos, ele fez uma pausa naquele tenso tempo; pra degustar elegantemente um chá de ervas brasileiras; se acomodou no único assento de poder multidimensional existente naquela sala; e visualizou as lembranças nos campos verdejantes Órianos ao redor do lago azul celeste central, na modesta província de Inoicsay 3A.
– “Ótimas lembranças” – meditou junto à goles lentos no chá…

Longe da sala, a aproximadamente 120 milhões de medidas terráqueas dali, em solo desértico marciano, desligado e vulnerável, ao vento arenoso, sendo mediado por avisos latinosos de Helaúnica pra levantar, Nojaz estava em profunda perca de sentidos físicos. Quase em um coma, desmaiado, com respiração lentamente preocupante. Nem as lambidas, muito menos os avisos que Hela se preocupou em fazer, foram suficientes pra alertar que uma nave de monitoração siriana estava pousando cambaleante, próximo ao raio de ocupação da presença do corpo inconsciente de Nojaz. Outras lambidas molhadas no rosto e nada dele acordar, agiu também em latir furiosa pra nave. Helaúnica sempre em alerta! (Mas fez pouco resultado).

Era impossível de imaginar, mas Nojaz desmaiou justamente em uma área de estudos, que estava passando por um processo de mapeamento interplanetário do comando siriano de exploração. Que azar burocrático pra Nojaz e Hela.
Impossível também de imaginar, que, a equipe dentro da nave, portava nomes parecidos, e diferenciados por cálculos inteligentes primatas matemáticos. O Primeiro tenente se chamava Chueny “20+1”, o subtenente imediato Chueny “14/2” e o segundo subtenente não tao imediato assim, “Chueny 7:1”. Brincalhões em serviço conversavam sobre a problemática diante de seus olhos.
– Tenente! – Chamou a atenção Chueny 14/2 – Visualizando a ocorrência pelos monitores, observamos dois humanoides de espécies populares, fixados em nossa zona de atuação operacional. Diante disso, então, faço a solicitação de resolução em caráter urgente, pois estamos pousando em uma área ainda não explorada.
– Boa escolha subtenente! – Disse o Chueny 20+1 – Não podemos voltar pra nossa base com fotos poluídas de imagens desses humanoides sórdidos e imundos primitivos. Boa escolha! Agora envie o subordinado pra limpar essa sujeira toda!
O subordinado era o Chueny 7:1, e ouvindo aquele conversa formal e estranha, já sabia o que tinha que fazer e se posicionou na plataforma de saída, montado em uma máquina robótica de aspiração com o triplo do tamanho dele, pensando alto:
“Idiotas, vocês não sabem de nada, isso aqui é que é aventura” – Rindo de toda situação, assim que a plataforma se abriu, Chueny 7:1 desceu, se aproximou do corpo de nojaz e o aspirou; de forma magnética e rápida, sem ter reação alguma, Helaúnica também foi aspirada.
Aos risos, como se fosse uma brincadeira, o Subtenente não tão imediato Chueny 7:1, subiu a plataforma ouvindo os latidos de Helaúnica dentro da máquina, e imediatamente sugeriu algo:

– Tenente! O que vamos fazer com esses humanoides imundos?

{Claro que isso aqui continua… até logo!}

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